Estoque, frota, checklist de viatura, entrega de EPI, treinamentos e vistorias técnicas num sistema só — feito com quem trabalha no SAMU, para a rotina real de uma base.
O material que sai do estoque é o mesmo que o enfermeiro repõe na viatura, e a pessoa que assina o EPI é a mesma da escala. Nada é digitado duas vezes.
Entradas, saídas, transferências entre bases, controle por lote e validade, e aviso do que está vencendo antes de vencer.
Conferência da viatura compartimento por compartimento, com lacre. O que falta vira reposição, e a reposição baixa do estoque sozinha.
Verificação diária do veículo, quilometragem e itens de segurança. O que estiver errado abre pendência para a manutenção.
Viaturas, prefixos, manutenções por prazo ou por quilometragem, e abastecimento com foto do cupom anexada ao lançamento.
Vistorias de base e de ambulância, com registro do que está em atenção ou com problema e acompanhamento até a resolução.
Ficha do colaborador, documentos, vacinas, e entrega de EPI com assinatura no próprio aparelho e ficha nos termos da NR-6.
Cursos, instrutores, carga horária e certificados emitidos pelo sistema, com página de validação pública para quem receber.
O funcionário preenche e assina pelo celular, sem senha e sem depender de alguém do RH abrir o sistema para ele.
O SAMUgesT não é um sistema onde todos os clientes dividem o mesmo banco de dados. Cada serviço recebe uma instalação própria — e isso muda o que acontece quando algo dá errado.
Uma instalação de demonstração, com dados fictícios de um município que não existe. Estoque com itens vencidos e zerados de propósito, viaturas, checklists e fichas — para você mexer à vontade, sem medo de estragar nada.
Cada SAMU tem um jeito de trabalhar. A conversa começa entendendo o seu, não apresentando o sistema.
Conte em duas linhas qual é o serviço, quantas viaturas e o que mais incomoda hoje. A resposta vai com uma proposta de conversa, não com um orçamento pronto.